EDITORIAL

Bem-Vindos!

Agradecemos a visita ao nosso blog e em latim Nunc Eros significa Educação Agora. Precisamos de mudanças nesta área, vamos pensar juntos e tentar modificar um pouquinho que seja, conscientizando, trocando ideias, se ajudando, criticando, vislumbrando um horizonte de possibilidades na construção e reestruturação do que está posto na sociedade brasileira. Nosso blog tem a intenção de refletir e compartilhar ideias sobre temas importantes relacionados à Pedagogia, analisando de modo a contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária. Abordamos questões como, cidadania, inclusão e exclusão, temas transversais e outros. O que poderíamos fazer e como melhorar a prática dos educadores para obtenção de resultados significativos com seus alunos de um modo geral? Esperamos que gostem e aproveitem a viagem ao blog da reflexão e da consciência. Alunos do 4º sem. Pedagogia-UMESP: Carla, Carlos, Dulcineia, Erci, Cleonice, Rosecléia e Vanda.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A geografia de uma perspectiva Humanista

A geografia estudada no ensino básico, não é aprofundada, e não é ensinada sua real essência e significado, dada cuja que é uma ciência holística, que vai para várias áreas do conhecimento geográfico e trabalha em todas as primícias, o princípio do seu fundamento era apenas conhecer territórios, clima e os costumes de outros povos, e estes que ensinavam esta ciência eram militares.
Infelizmente a geografia é apenas decorada, através de mapas, e ilustrações das planícies e planaltos; e todos os aspectos políticos e territoriais são simplesmente ignorados, a razão de se estudar geografia fica insignificante.
Estudar os mapas é algo muito importante, pois os mesmos eram utilizados deste os homens das cavernas, para os seus deslocamentos e para o registro de informações sobre as possibilidades de caça, de problemas territoriais, de matas e rios. Eles não se preocupavam com os três elementos básicos a cartografia (escrita de mapas), mas sim em sua sobrevivência.
Uma forma interessante de se trabalhar os mapas, sem o objetivo de apenas decorar e sim de torná-lo significativo, é invertendo a ordem dos continentes do Mapa Mundi, ao apenas inverter esta ordem pode-se diálogar aspectos culturais e territoriais, tomando um caráter um critico a uma aula de geografia. 
Depois de séculos da existência do estudo de geografia, apenas no ano de 1998 foi escrito um documento especifico da matéria de geografia, para auxiliar professores, tal documento pontua uma forma de ensinar uma geografia diferente, algo que se aproxima do que Rosangela Almeida, em seu livro Espaço Geográfico pontua. O Parâmetro Curricular Nacional de geografia propõe aos educadores pensar em uma nova forma de lecionar, uma forma desafiadora e inspiradora, mas ao invés dos educadores criarem e ousarem á partir destas colocações, os mesmos reproduzem de canto a canto o documento. 

           Não é pintando, contornando ou copiando, que se estabelecerá o sistema de signos ordenados, obedecendo ao sistema de projeção de forma significativa, que internalize ao possibilitar vivencias, apresentar as ilustrações dos livros ao vivo e as cores, pois as crianças enxergam com as mãos.

Por Erci Nascimento e Carla Manoela da Silva.

Fonte:
ALMEIDA, Rosângela Doin de. PASSINI, Elza Yasuko. O espaço geográfico: ensino e representação, São Paulo: Contexto, 1991.

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