EDITORIAL

Bem-Vindos!

Agradecemos a visita ao nosso blog e em latim Nunc Eros significa Educação Agora. Precisamos de mudanças nesta área, vamos pensar juntos e tentar modificar um pouquinho que seja, conscientizando, trocando ideias, se ajudando, criticando, vislumbrando um horizonte de possibilidades na construção e reestruturação do que está posto na sociedade brasileira. Nosso blog tem a intenção de refletir e compartilhar ideias sobre temas importantes relacionados à Pedagogia, analisando de modo a contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária. Abordamos questões como, cidadania, inclusão e exclusão, temas transversais e outros. O que poderíamos fazer e como melhorar a prática dos educadores para obtenção de resultados significativos com seus alunos de um modo geral? Esperamos que gostem e aproveitem a viagem ao blog da reflexão e da consciência. Alunos do 4º sem. Pedagogia-UMESP: Carla, Carlos, Dulcineia, Erci, Cleonice, Rosecléia e Vanda.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A criança não nasce preconceituosa

É preciso combater o racismo já na primeira infância, mostrando para a criança que nós seres humanos somos todos iguais em direitos e deveres, porém somos todos diferentes no modo de ser e agir. Que essas diferenças podem ser ricas em trocas de saberes culturais e étnicos, para termos uma sociedade mais justa.
Houve uma situação de racismo entre crianças de cinco anos, em uma escola de SBC, na qual, a mãe de uma aluna confeccionou um boneco e uma boneca, ambos loiros, que as crianças através de votação nomearam  de Mia e Miguel (do grupo Rebelde) que faziam sucesso na época. Eles podiam levar os bonecos para casa e passar o final de semana cuidando dos mesmos. Começaram umas conversas entre as crianças falando de uma aluna que era negra, que seu cabelo não era bonito e o assunto chegou aos ouvidos dos pais. A professora aproveitou a situação problema para ensinar para as crianças que o preconceito é crime e pediu à mãe da menina, que confeccionasse uma boneca negra. Para surpresa da professora, eles colocaram também o nome de Mia e todos (as) queriam levá-la para casa. Gostaram muito da nova boneca e a professora concluiu que a criança não é preconceituosa, mas se o ambiente em que ela vive tiver alguém racista, possivelmente ela já crescerá com  esta visão errada, o preconceito  pode ficar enraizado, sendo mais difícil fazê-la compreender que está equivocada e mudar os seus conceitos, atitudes e o seu olhar.

Por: Vanda Zanetti 

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